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Criatividade seria um dom?

Podemos definir criatividade como sendo uma qualidade associada à inteligência e ao talento, nato ou adquirido, para criar, inventar ou inovar


23 de abril de 2019 - 20h08

Comumente, ouvimos pessoas dizerem não se sentirem tão criativas. No geral, isso acontece quando falam de suas habilidades para o desenho ou para a pintura, numa compreensão bastante reducionista quanto “o que é ser criativo?”. Podemos definir criatividade como sendo uma qualidade associada à inteligência e ao talento, nato ou adquirido, para criar, inventar ou inovar. Algo que pode ser aprimorado ao longo de toda a vida, através da troca de ideias, acompanhando outras pessoas reconhecidas como criativas e inovadoras ou buscando outras formas de fazer coisas simples.

As emoções positivas favorecem a criatividade, assim como os trabalhos manuais. Estes, por sua vez, não se restringem somente às atividades profissionais ligadas às artes. Outras funções mais corriqueiras estimulam a criatividade como: cozinhar um novo prato, customizar uma camiseta ou fazer uns rabiscos legais. São várias as possibilidades de desenvolve-la. O fato é que, quem é criativo, enxerga o mundo de um jeito diferente pois, além de desenvolver um raciocínio mais rápido, consegue apresentar soluções mais inovadoras.

O que muda é que para algumas profissões, técnicas específicas são necessárias para este aprimoramento. “Pensar fora da caixa”, como popularmente é definida a inovação, depende da criatividade estimulada no indivíduo. É ela que fomenta o aprendizado para o “novo”. Dar-se a chance de ser mais criativo transforma, melhora a produtividade no trabalho e nas tarefas cotidianas. Traz mais bem-estar emocional, além de colocar um fim ao adiamento de tarefas e projetos. A programação do Rio2C é um convite para estimular nossa criatividade.

 

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